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RESPOSTA A UM COMENTÁRIO (O Espiritismo Moderno)


O texto a seguir é uma resposta aos comentários e críticas postados neste site, no tópico RESSURREIÇÃO OU REENCARNAÇÃO, da série "O Terceiro Anjo", capítulo O ESPIRITISMO MODERNO. Por não comportar esta resposta, por sua extensão, no lugar apropriado, após o mesmo comentário, é que a transcrevemos, de maneira respeitosa, neste espaço. Eis a nossa resposta:

Prezado amigo, primeiramente agradeço-lhe pela participação neste site. Agradeço e respeito suas opiniões mas necessito fazer algumas observações sobre elas:

1. Segundo a Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, não é o "espírito" que é a imagem e semelhança do Criador, mas o HOMEM, CRIATURA VIVENTE, como está escrito: "E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança..." (Gênesis 1:26).

2. O "espírito", segundo a mesma fonte e etmologicamente é apenas o "fôlego de vida", do latim "ANIMA", do grego "PNEUMA", do hebraico "RUACH". Não tem vida própria, mas é apenas parte da vida. Morrendo o homem, o fôlego vital volta à origem, DEUS, como a energia, em qualquer de suas formas, volta à sua fonte, quando desligada. A outra parte, criada do pó da terra volta para a matéria prima de onde veio, o pó, como está escrito:: "No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás". (Gênesis 3:19).

E, mais, "E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu" (Eclesiastes 12:7); "Sai-lhe o espírito, volta para a terra; naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos." (Salmos 146:4). Ainda: "Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma... mas a sua memória fica entregue ao esquecimento" (Eclesiastes 9:5).

Por outro lado, não existe imortalidade a não ser na fonte da vida, o Criador de todas as coisas. Eis o que dizem as Escrituras:"Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver, ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém". 1 Timóteo 6:16

A referência a Hebreus 9:23 é taxativa, redundante e cristalina: Aos homens está ordenado MORREREM UMA VEZ, isto é, uma ÚNICA VEZ.

3. Quando Jesus, ensinando a ressurreição e referindo-se a Abraão, Isaque e Jacó afirmou que, estando eles mortos, o Criador é Deus de vivos e não de mortos, segundo Mateus 22:32: "Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó. Ora, Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos". ele estava apenas sancionando e ratificando o que o Apóstolo Paulo de Tarso escreveria mais tarde aos Colossenses: "Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus" (Colossenses 3:3). Verdadeiramente para os que creem na Palavra de Deus os mortos repousam no pó da terra, num sono sem sonhos, aguardando a bendida ressurreição, anunciada para a ocasião de Sua tão almejada volta ao mundo, para completar o Divino plano de redenção da raça humana.

4. Segundo a sua opinião, caro leitor, sou personalista e não conheço a filosofia Kardecista. Caso você deseje, acesse o tópico "QUEM SOMOS", na parte superior de nossa página principal, e você terá a informação de que já fui Kardecista convicto e sincero, tendo lido TODOS os livros de Allan Kardec e de outros dos maiores expoentes e mais credenciados autores espíritas e não me expresso por ouvir dizer, mas por profundo conhecimento de causa, conhecendo toda a sua filosofia e ensinamentos.

5. A reencarnação não é uma LEI BIOLÓGICA, como você afirma. Onde estariam os parâmetros e as provas experimentais para SER UMA LEI BIOLÓGICA, ou seja, ciência, se ela se baseia apenas em informações paranormais e extrasensoriais, através de médiuns? Tampouco ela é um doutrina, mas um desmentido da promessa de Deus, que prometeu livrar o homem da maldição da morte, que é exatamente o oposto da vida.

Para isto Jesus veio a este mundo como homem, viveu como homem e ressuscitou como homem, mesmo sendo Ele o Criador do homem (João 1:1-15).

6. A promessa sagrada expressa nas Sagradas Escrituras é que todos os que aceitarem Seu sacrifício expiatório, ou seja, substituto, terão o direito de viver novamente, não num mundo poluído e amaldiçoado pelo pecado, mas numa nova terra, recriada e embelezada como no princípio, onde estará vencida a morte, que é o último inimigo a ser por Ele vencido e nunca mais ocorrerá no universo. Eis o que diz a Bíblia Sagrada: "Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte" (1 Coríntios 15:26). Portanto,o plano original de Deus se realizará na volta de Jesus, na ocasião da ressurreição dos mortos justos. O Apóstolo Paulo escreveu para os Coríntios, para os cristãos, judeus, crentes, ateus, espíritas, enfim, para todos os filhos de Deus, candidatos à vida eterna, a salvação, em todos os tempos da história do mundo pós-apostólico, o seguinte (Transcrevo todo o capítulo:

1 Coríntios 15:

"Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado; o qual também recebestes, e no qual também permaneceis. Pelo qual também sois salvos se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado; se não é que crestes em vão. Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze. Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também. Depois foi visto por Tiago, depois por todos os apóstolos. E por derradeiro de todos me apareceu também a mim, como a um abortivo. Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus. Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus, que está comigo. Então, ou seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim haveis crido. Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos. Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda. Depois virá o fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo o império, e toda a potestade e força. Porque convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés. Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua aquele que lhe sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o mesmo Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos. Doutra maneira, que farão os que se batizam pelos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se batizam eles então pelos mortos? Por que estamos nós também a toda a hora em perigo? Eu protesto que cada dia morro, gloriando-me em vós, irmãos, por Cristo Jesus nosso Senhor. Se, como homem, combati em Éfeso contra as bestas, que me aproveita isso, se os mortos não ressuscitam? Comamos e bebamos, que amanhã morreremos. Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes. Vigiai justamente e não pequeis; porque alguns ainda não têm o conhecimento de Deus; digo-o para vergonha vossa. Mas alguém dirá: Como ressuscitarão os mortos? E com que corpo virão? Insensato! o que tu semeias não é vivificado, se primeiro não morrer. E, quando semeias, não semeias o corpo que há de nascer, mas o simples grão, como de trigo, ou de outra qualquer semente. Mas Deus dá-lhe o corpo como quer, e a cada semente o seu próprio corpo. Nem toda a carne é uma mesma carne, mas uma é a carne dos homens, e outra a carne dos animais, e outra a dos peixes e outra a das aves. E há corpos celestes e corpos terrestres, mas uma é a glória dos celestes e outra a dos terrestres. Uma é a glória do sol, e outra a glória da lua, e outra a glória das estrelas; porque uma estrela difere em glória de outra estrela. Assim também a ressurreição dentre os mortos. Semeia-se o corpo em corrupção; ressuscitará em incorrupção. Semeia-se em ignomínia, ressuscitará em glória. Semeia-se em fraqueza, ressuscitará com vigor. Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual. Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante. Mas não é primeiro o espiritual, senão o natural; depois o espiritual. O primeiro homem, da terra, é terreno; o segundo homem, o Senhor, é do céu. Qual o terreno, tais são também os terrestres; e, qual o celestial, tais também os celestiais. E, assim como trouxemos a imagem do terreno, assim traremos também a imagem do celestial. E agora digo isto, irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção. Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade. E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno (ou sepultura), a tua vitória? Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor".

7. Não posso ocomentar sobre o texto pretendido de Malaquiais 3:23, porquanto o citado capítulo possui apenas 18 versículos.

8. Os textos que mencionam Elias como redivivo na pessoa de João, o Batista, é uma alegoria utilizada pelo Escritor Sagrado, que valendo-se das atribuições do grande profeta, cita-o como a dar a advertência não apenas para a primeira e humilde e sacrificada vinda de Jesus a este mundo, como também, não mais como uma pessoa, mas como um povo, a mensagem para a Sua gloriosa volta.

9. Finalmente, a menção ao texto do Evangelho de João (3:1-10)como sendo evidência da reencarnação, o que Jesus ensinou é que é impossível para o homem receber a salvação, a vida eterna, se não for por seu intermédio e por um novo nascimento, que é a figura da mudança moral que ocorre na vida de uma pessoa ao converter-se dos seus maus caminhos. Ele próprio esclarece que não é pelo nascimento de mulher, mas pela renovação, pois a conversão é uma mudança de 180 graus na vida de uma pessoa que aceita o Seu Evangelho da Salvação.

10. Esteja certo, prezado amigo leitor, que as Escrituras estão, sim, CERTAS. Os homens é que muitas vezes as torcem, como afirma e adverte o Apóstolo Pedro, citando seu conservo e companheiro na pregação do Evangelho Eterno, o Apóstolo Paulo: "Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição" (2 Pedro 3:16).

Não é nosso propósito polemizar. Nossa intenção é a mais pura possível. Temos a todos como nossos irmãos e conservos de Cristo. Gostaria de compartilhar ideias e experiências, sem nenhum fim proselitista, mas com o desejo de enriquecer o nosso conhecimento mútuo. Para isto, ao oferecer-lhe o meu email abaixo, aproveito para cumprimentá-lo e abraçá-lo fraternalmente, rogando as bênçãos de Nosso Pai Celestial sobre você e sobre todas as pessoas a quem você ama.

Lindolfo de Magalhães Dias
lmdias47@terra.com.br

A BENDITA DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO


Hoje, as doutrinas da reencarnação e da imortalidade da alma são pregadas em todo o mundo e por todas as formas. A literatura, o cinema, os jornais e a televisão, através de reportagens sensacionalistas e de novelas populares têm bombardeado as consciências de inumeráveis multidões com estes ensinamentos anticristãos. Também através dos púlpitos da maioria das igrejas, as benditas doutrinas da volta de Jesus e da ressurreição têm sido relegadas a um plano secundário e, mesmo, esquecidas, para dar lugar às doutrinas do castigo e da salvação logo após a morte, sem levar em conta o juízo final, o julgamento por que todos terão de passar.


Ora, se as pessoas imediatamente entram de posse da vida eterna e da salvação, logo após a morte, que necessidade haveria de ressurreição? Se já foram recebidas no Céu, no Paraíso de Deus, por que razão Jesus haveria de voltar a este mundo? Da mesma forma, se as pessoas imediatamente após a morte entram na eterna condenação por que razão haveriam de retornar à vida se já estariam vivendo em outra monstruosa e terrível dimensão? O sacrifício de Jesus seria desnecessário se a alma fosse eterna e não pudesse morrer.

Tornam-se confusas e irreconciliáveis as verdades expressas através da Palavra de Deus. A perfeita harmonia nela existente dá lugar a contradições e perguntas irrespondíveis. As verdades de Deus são transformadas em mentira e as pessoas caem no abismo da incredulidade e da dúvida.

Multidões caminham para o abismo, como indefesos cordeiros caminham para o matadouro. A falsa segurança existente nos falsos ensinamentos das religiões populares cega-lhes as consciências e não as deixa ver o terrível risco que correm, embaladas pelas palavras sedutoras que têm inspiração no inimigo de suas almas. Esta é a razão que faz assombroso o descaso e a indiferença das pessoas para com o assunto que diz respeito a sua própria vida eterna, a sua salvação.


A igreja de Roma é responsável em grande medida pela grande apostasia mundial que torna estéreis os sentimentos e vãs as esperanças. Foi ela que deu guarida às doutrinas pagãs que mencionamos.

As cerimônias fúnebres que seus sacerdotes patrocinam bem dão a dimensão do seu distanciamento de Deus e de Suas verdades. Ao aspergir os cadáveres com água benta e “recomendá-los” a Deus, não levam em conta a justiça divina e a responsabilidade que têm diante do Altíssimo pelas pessoas que desviaram da verdade e da vida. As orações intercessórias que dirigem pretendem “convencer” a Deus, como se de alguma forma pudessem alterar o destino definitivo selado pela morte.

Missas são rezadas, cerimônias e orações oferecidas pelas “almas de mortos” e mesmo petições a elas como se pudessem realizar alguma coisa em favor dos vivos. As antigas indulgências que eram, no passado, compradas por dinheiro, hoje ainda são oferecidas através de rezas de missas e terços. A cerimônia da “missa do sétimo dia” tornou-se tradicional, quase que uma obrigação até mesmo social. Elas nada podem fazer pelo morto! Aquilo que se pode fazer por alguém deve ser feito em vida; a morte cerra todas as oportunidades e o destino de cada um.


Ao induzir as pessoas a crer na possibilidade de alteração do destino dos mortos pela ação dos vivos, aquela igreja nada mais faz do que cumprir os desígnios de Satanás na sua obra de engano e desvio das almas do caminho da verdade e da salvação. Mas esta obra de engano vive seus últimos dias. Aquela igreja, representada na Bíblia Sagrada por uma grande prostituta (Apocalipse 17:1-18), colherá em breve tudo que semeou. Está escrito: “Não vos enganeis: Deus não Se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também colherá” (Gálatas 6:7). “O que semeia a mentira colherá a corrupção, a morte; mas o que semeia a verdade colherá a vida eterna” (verso 8).


Mas a igreja de Roma não é a única responsável pelo erro. Ela é, conforme a Bíblia Sagrada, a “mãe das prostituições” (Apocalipse 17:5). Existem as suas “filhas”, que dela herdaram o erro e, em dimensões variadas, o ensinam. As Escrituras chamam a estas de “falso profeta”, porque a palavra profeta, no contexto invocado, significa “ensinador”. Falso profeta é, em realidade, falso ensinador, o que ensina o erro e as verdades desvirtuadas. Por esta razão é que Deus lança o Seu apelo aos filhos que, sinceramente, mas por ignorância, acatam e mesmo defendem estes erros.

Chegará o dia, e ele está próximo, em que ecoará por todo o mundo o clamor de Deus e o Seu convite e advertência para estes: Saí dela povo Meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas” (Apocalipse 18:4).


Não há nada mais triste e lamentável do que o falso consolo que é dado às pessoas que perdem, pela morte, algum ente querido. É bastante comum ouvir-se nos velórios e sepultamentos as frases que procuram consolar amigos e familiares, dizendo: “Deus o levou” ou, “Ele está com Deus” ou, ainda, “Ele está melhor do que nós, está feliz e por nós vai olhar” e outras semelhantes.


Deve-se dar aos que perderam as pessoas amadas, o verdadeiro consolo que vem da Palavra de Deus, da verdade! A elas deve ser dito que os seus mortos nada sentem, nem têm consciência de coisa alguma, mas repousam o sono do qual serão despertados pela ressurreição. A elas deve ser lembrada a esperança do reencontro aqui mesmo na Terra, e o preparo que devem fazer para a vida, aprendendo e ensinando as lições de amor que brotam da Palavra de Deus, do verdadeiro Cristianismo.


A ressurreição é a mensagem de Deus que deve consolar aos que perderam os seus entes queridos. Segundo a Palavra de Deus há esperança no derradeiro fim, que acreditamos se dará ainda nesta geração.


Eis a mensagem que Deus enviou, com séculos de antecedência, de consolo às mães que perderam os seus filhinhos na matança que Herodes promoveu, ao tentar matar a Jesus, ainda criancinha: “Assim diz o Senhor: uma voz se ouviu em Ramá, lamentação, choro amargo; Raquel chora seus filhos, sem admitir consolação por eles, porque já não existem. Assim diz o Senhor: reprime a tua voz de choro, e as lágrimas de teus olhos; porque há galardão para o teu trabalho, diz o Senhor, pois eles voltarão da terra do inimigo (sepultura). E há esperança no derradeiro fim para os teus descendentes, diz o Senhor, porque teus filhos voltarão para os teus termos (Jeremias 31:15-17).


A mensagem de esperança do Senhor é de consolo e não de intimidação. Aquele que deu a Sua vida preciosa não Se alegra com o sofrimento de Seus filhos. Quando sobrevém alguma provação a alguém, isto é para o seu próprio bem, porque Deus repreende e castiga aos que Ele ama, como está escrito: “Porque o Senhor repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem” (Provérbios 3:12). Esta repreensão é uma bênção e não uma maldição: Bem­aventurado é o homem a quem Tu repreendes, ó Senhor, e a quem ensinas a Tua Lei” (Salmo 94:12).


Note-se mais o propósito de Deus ao corrigir ao filho a quem Ele ama: “Filho Meu, não desprezes a correção do Senhor, e não desmaies quando por Ele for repreendido; porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija?” (Hebreus 12:5-8).


Os pensamentos de Deus para com os homens, são os de um Pai que ama os Seus filhos: “Pois Eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais” (Jeremias 29:11). “Porque o Senhor não rejeitará para sempre. Pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das Suas misericórdias. Porque não aflige nem entristece de bom grado aos filhos dos homens” (Lamentações 3:31-33).


Disse Jesus, numa ocasião em que procurava mostrar o caráter de Deus e a relação que existe entre o carinho e atenção paternal entre os homens e o que o Pai Celestial tem por Seus filhos:
“Qual o pai dentre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” (S. Lucas 11:11 e 13).


E os pensamentos e propósitos do Pai Celestial são infinitamente melhores para os Seus filhos do que os dos pais aqui da Terra. Eis o que diz a Bíblia Sagrada:
“Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos, e se converta ao Senhor, que Se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar. Porque os Meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os Meus caminhos, diz o Senhor. Porque, assim como os céus são mais altos do que a Terra, assim são os Meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos (Isaías 55:6-9).


O desejo de Deus é o de que todos vivam, pois até ao ímpio Ele ama e dele tem misericórdia. A sua destruição final é para o seu próprio bem. Eis o que diz o Senhor:
“Vivo Eu, diz o Senhor Jeová, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva...” (Ezequiel 33:11).


Portanto, concluímos afirmando certamente que não podem existir muitas verdades, mas somente uma. Semelhantemente não podem existir muitos caminhos que levam à salvação, mas apenas um. Não existe nada mais perigoso do que o pensamento popular de que todos os caminhos levam a Deus. Igualmente perigoso é o pensamento de que toda religião é boa, porque só ensina o bem. Além de ensinar o bem a religião deve ensinar a verdade.


Finalmente, não existem muitas fontes de vida, mas apenas uma. Todos estes pensamentos confluem para a pessoa de Jesus Cristo. Somente nEle existe tudo. Ele é não somente a Fonte da Vida, mas também o Caminho da vida, bem como a Verdade. Foi Ele mesmo Quem disse:
Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai, senão por Mim” (S. João 14:6).


Muitos, infelizmente, têm-se aliado ao inimigo da verdade, buscando na invocação aos mortos o seu caminho. Estes receberão apenas a orientação de demônios. Está escrito:
“Porquanto dizeis: fizemos pacto com a morte, e com o inferno (seol = sepultura) fizemos aliança; quando passar o flagelo trasbordante, não chegará a nós; porque fizemos da mentira o nosso refúgio, e debaixo da falsidade nos escondemos” (Isaías 28:15). A mentira e a falsidade não são refúgio seguro e certamente ruirão no tempo certo.


Ao serem os ímpios destruídos não mais haverá nem lembrança deles. Um pai não se lembrará mais de um filho que pereceu, para não sofrer a saudade e muito menos haverá um lugar medonho de tormento interminável que lembrasse o pecado e o mal. Diz o profeta, ao contemplar a concretização do plano de Deus, ao ser vencida a morte:
“E ouvi a toda criatura que está no Céu e na Terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre” (Apocalipse 5:13).


Se existisse um lugar de sofrimento onde ele ficaria, então? E as pessoas que lá estivessem cantariam louvores e ações de graças a Deus e ao Cordeiro? Não! Realmente este lugar somente existe na mente enganadora de Satanás e nas daqueles que persistirem em acatar os seus ensinos e sugestões. Tudo o que a Palavra de Deus afirma que existirão no futuro são bênçãos e não maldições:
“E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque as primeiras coisas já passaram” (Apocalipse 21:4). “Mas, como está escrito: as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que O amam” (I Coríntios 2:9).


Os que amam a Deus devem pregar as Suas verdades e afastar-se do erro, como está escrito:
“Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na Sua vinda e no Seu reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá o tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si instruidores conforme as suas próprias con­cupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade voltando às fábulas (II Timóteo 4:1-4).


Faz alguns anos, e o mundo inteiro levantou-se, indignado, pela ação de cinco jovens, ricos e irresponsáveis que se divertiam pela madrugada, na cidade de Brasília. Após uma noite de “curtição”, antes de irem para casa, decidiram-se a fazer uma última brincadeira, uma brincadeira macabra. Resolveram atear fogo em alguém que supunham ser um mendigo. Mais do que um mendigo, aquela pessoa era um pobre índio que chegara tarde à pensão em que se hospedara, encontrando as portas fechadas. Não podendo prever o seu trágico destino, resolveu deitar-se em um ponto de ônibus, naquela que seria a sua última noite.


Movidos pela excitação os cinco jovens – um deles menor – jogaram combustível no corpo do índio e atearam-lhe fogo. Durante alguns breves minutos, que ao índio devem ter parecido uma eternidade, o seu corpo virou uma tocha humana.

Depois de uma agonia atroz, dores lancinantes e inimagináveis, aquele pobre ser humano veio a falecer, sendo a sua morte uma forma misericordiosa de terminar com o seu sofrimento. O mundo inteiro, repetimos, levantou-se – não sem razão – indignado contra este ato de barbárie e violência. Mas, aproveitando este tão infeliz episódio, bem que poderíamos aproveitá-lo para um instante de reflexão, no que diz respeito ao destino final dos homens ímpios, que não hão de herdar a salvação, a vida eterna.


Se considerarmos, num pensamento mórbido e inadequado, apenas para comparação, que aquele ser humano era apenas um índio, um índio pobre e que para aqueles rapazes que apenas queriam se divertir era apenas um estranho, e não o conheciam, ainda assim a nossa indignação permanece. Por mais impessoal que fosse a relação entre eles, por mais insignificante que fosse a vítima, tais razões não podem diminuir a dimensão do ato e nem a justa indignação que provocou.


Se esta indignação atingiu no mundo todo tal dimensão, o que não dizer da indignação de todo o Universo com relação a um tema intimamente relacionado com o dos jovens e do índio, em Brasília? O que desejamos, com todo o respeito para com este assunto sagrado, é estabelecer uma relação com o ato daqueles rapazes, e o ato de Deus, na condenação daqueles que não vão herdar a vida eterna.


A Bíblia Sagrada afirma categoricamente e disto temos a mais absoluta convicção, que Deus é amor. Está escrito: “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor (I João 4:8). Se a natureza humana se insurge e se revolta contra alguns rapazes irresponsáveis que ateiam fogo num estranho, que agoniza por uns breves minutos, o que não dizer de um pai que tivesse a coragem de praticar tal ato, não contra um desconhecido, mas contra um filho a quem professa amar? E se ao invés de queimá-lo por alguns minutos, apenas, ele o deixasse a queimar por toda a eternidade, perdido na mais absoluta e total desesperança? Qual filho em sã consciência poderia amar um pai assim? Ao invés de amor, teria ele infinito medo e pavor desse pai.


Como dizer que Deus é amor e imaginar que Ele pudesse ser capaz de cometer tal atrocidade com um filho que ama com terno amor? A doutrina do inferno eterno é a mais absurda e diabólica e a mais ofensiva de todas as doutrinas ao caráter de Deus. Ela retrata isto sim, o caráter maligno de Satanás, ao invés de revelar o caráter misericordioso de um Deus que foi capaz de dar a Sua vida por Seus filhos.


Prezado leitor, perdoe-me pela pergunta, mas como você imagina que é o caráter de Deus? Melhor ou pior do que o seu? Você seria capaz de criar um inferno e nele jogar um filho, um irmão ou sua mãe? Acredito sinceramente que você não seria capaz dessa maldade. Eu também não seria capaz disso. Acredito, também, que você não se julga, como eu, melhor do que o Pai Celestial, infinitamente bom, sábio e justo. Será que Ele criaria, então, esse lugar de inspiração satânica?

O REINADO DA MORTE



Moisés foi reconhecidamente um dos maiores vultos da História humana. E de acordo com a Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, ele é considerado como o homem mais manso da terra, com quem Deus falava “cara a cara”. “E falava o SENHOR a Moisés face a face, como qualquer fala com o seu amigo” (Exodo 33:11).

Criado no palácio do faraó, educado e preparado para governar a nação mais poderosa da época ele preferiu atender ao chamado de Deus para conduzir o Seu povo no livramento do cativeiro egípcio e constituir a nação de Israel. Diz a Palavra de Deus: “Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado; tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa” (Hebreus 11:24-26).

Pois este personagem foi o primeiro ser humano a ressuscitar e ser conduzido ao lugar que comumente chamamos “Céu” e é o lugar de onde Deus governa o universo. Até à ressurreição de Jesus ele, juntamente com Enoque e Elias compunham o trio que antecipadamente havia recebido o direito de participar do Reino de Deus. Estes dois últimos sem experimentar a morte.

Muitas pessoas desconhecem o fato real da ressurreição de Moisés. Mas ela pode ser de maneira induvidosa explicada pela Bíblia Sagrada. Está escrito: “A morte reinou desde Adão até Moisés...” (Romanos 5:14). Qual o motivo dessa afirmação? Ora, é simples ao considerarmos que Adão foi o primeiro a receber o dom da vida e Moisés o primeiro a se levantar da morte, pela ressurreição.

Esses três experimentaram antecipadamente o gozo da vida eterna como penhor do sacrifício de Jesus. A sentença de morte havia sido cumprida inicialmente na pessoa de Abel, filho de Adão e posteriormente a toda a sua descendência. Em seguida à inexorável sentença, foi proclamada a graça, uma maneira pela qual o Criador poderia reconduzir Seus filhos, criados à Sua imagem e semelhança, à vida originalmente planejada.

A justiça não poderia suplantar o amor de Deus. Por esta razão Ele aceitou tomar sobre Si a sentença de morte de Seus filhos. E foi como penhor desse sacrifício, a se cumprir depois de 2.000 anos, que Moisés foi ressuscitado por Jesus, no alto do Monte Nebo, lugar onde morreu e foi presumivelmente sepultado por anjos.

Além do texto mencionado sobre o reinado da morte existem outros que sancionam a ressurreição de Moisés? Certamente. Teria um simples cadáver o valor suficiente para uma disputa entre o Príncipe da vida e o príncipe das trevas? Pois foi o que aconteceu com relação ao corpo de Moisés. Está escrito: “Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda” (Judas 1:14).

Qual a razão dessa disputa por um cadáver? Ou não seria apenas um cadáver? Com certeza a questão envolve razões mais fortes do que a disputa por um corpo morto. É a luta, a disputa pela vida e pela ressurreição. Satanás certamente argumentou irado que a justiça de Deus não permitiria a ressurreição de alguém ANTES de ser pago o preço pela desobediência, a transgressão à Sua Lei e a justa condenação do transgressor.

Mas Jesus o fez confiado em Seu futuro sacrifício em favor da humanidade. Moisés ressuscitou como penhor dele e como PRIMÍCIAS dos que dormem no pó da terra. A prova de que ele foi ressuscitado por Jesus (MIGUEL) foi dada quando Ele convidou três dos Seus mais íntimos amigos e discípulos – PEDRO, TIAGO E JOÃO para subir com Ele ao monte para orar e adorar. Ali Jesus se transfigurou, como consta do relato bíblico:

“Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte, e transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés, e um para Elias. E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o” (Mateus 17:1-5).

Seis dias antes desse acontecimento Jesus havia afirmado que alguns veriam o Reino de Deus, ainda naqueles dias. Esta promessa foi cumprida na cena da transfiguração. Ali estava Jesus, o Criador, resplandecente em Sua glória; Moisés, representando os vitoriosos que serão ressuscitados no futuro e Elias, representando os que alcançarão a vitória, sem experimentar a morte, ao serem transformados por ocasião da volta de Jesus.

Quem é o arcanjo Miguel? O que significa a palavra arcanjo? O prefixo grego ARQUI-, ARCE- indica uma posição superior, de primazia ou excesso, segundo a gramática. Arcebispo, arcanjo, arquimilionário, têm a conotação de superioridade em relação a bispo, anjo ou milionário. Assim é que a palavra ARCANJO indica uma posição superior à palavra ANJO. E somente Deus é superior aos anjos.

A palavra MIGUEL significa SEMELHANTE A DEUS. Não resta dúvida, portanto, à luz das Sagradas Escrituras que JESUS CRISTO é a pessoa referida em todos os textos em que aparecem as palavras ARCANJO MIGUEL. Quando aparecem indicam a luta e a vitória sobre Satanás e a morte e se referem à ressurreição e à vida.

“E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro”.“E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno”. (Daniel 12:1 E 2).

“E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos” (Apocalipse 12:7). Note-se que o nome MIGUEL sempre vem acompanhado de uma posição de comando.

“Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro” (I Tessalonicenses 4:16).

Caso Jesus não houvesse concretizado com Sua morte substituta o pagamento pelo pecado e não haveria a ressurreição. Todos os mortos permaneceriam para sempre, por toda a eternidade no pó da terra e os três que haviam sido sobrepostos à morte teriam que voltar e morrer, para vindicar a justiça de Deus.

Além desses três bem-aventurados já mencionados e que gozam a eternidade e a presença dos anjos e de Deus, uma multidão os acompanham: aqueles que ressuscitaram com Jesus, como está escrito: “E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados; e, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos” (Mateus 27: 52 e 53). Este fato já havia sido profetizado quase 600 anos antes: “Os teus mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho será como o orvalho das ervas, e a terra lançará de si os mortos” (Isaías 26:19).

Hoje, a bendita esperança do cristão é a certeza de que sua vida e a de todos os que ama ou amou, vivos ou mortos, está além das fronteiras do túmulo. Satanás foi vencido e Jesus, o vencedor, afirma: “Eu sou o primeiro e o último; e o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e da sepultura ” Apocalipse 1:17 e 18).


Primeiro foi Moisés. Depois os que ressuscitaram com Jesus. Finalmente, todos os justos que morreram na fé do Filho de Deus, desde Abel até aqueles que morrerem antes de a graça ser encerrada, serão ressuscitados no dia da Sua vinda. A morte foi vencida e seu reinado está no fim. Estas são as boas novas que cada soldado de Cristo deve levar ao mundo.

Introdução

Uma das dúvidas que mais angustiam o espírito humano é, sem dúvida, a que diz respeito à sua natureza. Qual é o destino do homem após a morte? O que existe além desta vida? É a nossa alma imortal? Existe consciência após a morte ou alguma forma de castigo ou recompensa relacionados com a vida aqui levada? Enfim, o que somos, de onde viemos, para onde vamos?

Eis a dúvida dos séculos.

Não pode existir mais do que uma resposta, evidentemente, a estas perguntas. Apesar da variedade de teorias a este respeito, pelo princípio de exclusão, apenas uma das seguintes possibilidades é verdadeira, não podendo existir mais do que uma:

1ª Simplesmente, não há nenhuma forma de vida após a morte. Morreu, acabou.

2ª Após a morte, uma parte imaterial inerente ao ser humano, chamada espírito , se desprende do corpo e, obedecendo a uma lei chama da cármica , após um período de adaptação, volta para completar um ciclo evolutivo de aperfeiçoamento, de conformidade com o bem ou o mal que houver feito através do corpo material, aqui na Terra.

Depois de sucessivas reencarnações e após um período mais ou menos longo de aprendizado, tendo atingido um determinado estágio de aperfeiçoamento, conhecimento e luz, não mais necessitará voltar a este mundo na forma humana, através de um corpo material. Galgando esta dimensão espiritual, é como se tivesse chegado à salvação ou a um estado de felicidade tal que atingiu o objetivo para o qual fora criado, através de seus próprios esforços e da prática da justiça e da caridade.

3ª Após a morte, uma parte distinta e imaterial do ser humano chamada alma, num estado de perfeita consciência, vai para um lugar de tormentos sem fim, como castigo pelo mal praticado no corpo, ou para um lugar de gozo e felicidade eterna, como conseqüência do bem aqui praticado. Depois de um período não conhecido, voltará a ocupar um corpo, através da ressurreição da carne. Nessa condição deverá passar toda a eternidade, num lugar de tormentos, chamado inferno, ou de gozo e alegria, chamado céu ou paraíso.

4ª Após a morte, não há consciência. O ser humano simplesmente desce à sepultura sem ao menos saber que morreu. Num período determinado será novamente chamado à vida para receber o juízo de condenação, ou morte eterna, ou o juízo de salvação, ou vida eterna, para viver aqui mesmo nesta Terra, então renovada e restaurada à pureza e perfeição de quando foi criada. A diferença entre esta quarta hipótese e a primeira é que na primeira a morte é definitiva e na quarta todos os mortos reviverão, uns para sempre e outros apenas para receber a sentença da segunda morte, da qual não mais haverá ressurreição.

Dentro destas teorias existem algumas variações, como a da transmigração da alma, segundo pretendem algumas filosofias, especialmente as orientais. Estas pretendem abranger também a natureza de formas consideradas inferiores de vida, como os seres irracionais.

Destas teorias existentes apenas uma, necessariamente, tem de ser a verdadeira. Evidentemente não pode existir mais do que uma resposta a esta questão, ou seja, é impossível que exista mais do que uma verdade para ela.

Este estudo, respeitando a convicção de quem quer que seja, apenas pretende oferecer subsídios da literatura pertinente, de vários credos e filosofias, de várias épocas e lugares e, especialmente, pretende mostrar o que a Bíblia Sagrada, chamada de A Palavra de Deus , esclarece a este respeito.

Não é nosso propósito causar polêmicas. Muito mais do que isso, também não é nosso propósito ofender ou criticar a convicção sincera das pessoas que porventura tenham entendimento diferente do nosso, com relação a este assunto de tão grande importância. Desejamos apenas, humilde e sinceramente, contribuir de alguma forma para que, através do conhecimento dos ensinamentos de Jesus Cristo, as pessoas possam encontrar conforto e segurança em Suas promessas.

Pela tão elevada importância deste assunto, que envolve interesses eternos para a vida de todas as pessoas, é nossa sincera esperança e desejo que estes estudos possam trazer algum bem e despertar em cada um que deles tiverem conhecimento e participação, a necessidade de buscar com alegria a fonte de toda justiça e da verdadeira felicidade, que é Jesus Cristo.


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