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O SINAL DE DEUS E A MARCA DA BESTA - Parte VII (O Vinho da Sua Prostituição)


- A grande prostituta tinha em sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição; que são essas abominações? As mudanças que pretendeu fazer no Evangelho Eterno de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Grande Deus. Arrogando-se todo o poder no céu e na terra pretendeu assentar-se no trono de Deus, querendo parecer Deus. Eis algumas das abominações que constituem o vinho de sua prostituição:

1. Começo da exaltação de Maria, a quem foi atribuído o título de “Mãe de Deus” no Concílio de Éfeso, em 431; posteriormente reconhecida como co-redentora e concebida sem pecado original;


2. A doutrina do purgatório, estabelecida pelo papa Gregório I, Magno, em 593 e que depois foi proclamada como dogma pelo Concílio de Florença, em 1439, com a finalidade de arrecadar dinheiro com a venda das indulgências;


3. Orações dirigidas a Maria, aos mortos e aos anjos, no ano 600, pelo mesmo papa;


4. Imposição do latim como idioma obrigatório nas celebrações de cultos e orações, no mesmo ano e pelo mesmo papa;


5. Imposição do costume de se beijar os pés dos papas, estabelecido pelo papa Constantino, no ano de 709. O imperador Justiniano II participou desse costume, ajoelhando-se em adoração aos pés do papa;


6. Culto às imagens, à cruz e às relíquias, estabelecido pelo Concílio de Nicéia, em 787, reunido pela imperatriz Irene e presidido pelos legados romanos, sob os auspícios do papa Adriano I;


7. Canonização, pela primeira vez, dos santos mortos, pelo papa João XV; Esse papa (985-996), em 993, realizou a primeira canonização formal. O primeiro santo canonizado foi Santo Ulrico, Bispo de Augsburgo (Baviera).


8. A aceitação e ensino do dogma pagão da imortalidade da alma, origem da diabólica doutrina do inferno eterno, e do purgatório, causa para a implantação das indulgências, canonização dos santos e célula-mater do espiritismo;


9. A instituição da adoração de imagens, a idolatria explícita, arrancando da Lei de Deus o segundo mandamento que proíbe expressamente a feitura de imagens de escultura com o objetivo de prestar-lhes qualquer serviço de culto, veneração ou adoração (Êxodo 20:4 e 5);


10. As mudanças na Lei de Deus, inclusive do dia de guarda estabelecido por Deus, do sábado do sétimo dia para o domingo do primeiro dia da semana;


11. A Infalibilidade papal e da igreja que dirige;


12. O Poder para perdoar pecados e condenar pessoas ao inferno, pela excomunhão;


13. A autoridade e poder de “canonizar” pessoas, tornando-as santas e dignas de receber veneração, com poderes divinos de operar milagres, e de estar em vários lugares ao mesmo tempo;


14. A elevação da “tradição” à mesma autoridade e valor das Sagradas Escrituras;


15. A afirmação de ser o único intermediário entre o homem e Deus, na terra;


16. A celebração da “santa” missa, onde contrariando as Escrituras Jesus é novamente morto todos os dias e a absurda pretensão da eucaristia e da “transubstanciação”, quando pelo poder do sacerdote a hóstia é literalmente transformada no corpo real de Jesus.


Estas são apenas algumas das absurdas pretensões desse poder tirânico, espúrio e satânico, que dominou as consciências, restringiu todas as formas de liberdade e dominou absoluto por mais de doze séculos, unindo o poder civil ao religioso, domínio este que voltará a exercer, no futuro próximo.


Por mais absurda e improvável que possa parecer essa ideia é o que acontecerá, segundo as profecias que não podem mentir. Com o apoio e patrocínio dos Estados Unidos da América e das principais nações do mundo, especialmente as que compõem a União Européia o mundo verá ressurgir os horrores da inquisição.


A reforma protestante do século XVI abalou esse poder e centenas de milhares, mesmo milhões de pessoas abandonaram essa igreja, não abandonando, desafortunadamente, TODAS as formas de heresias e mudanças no Evangelho Eterno promovidas por esse poder bestial.


As igrejas que se formaram a partir da separação continuaram a adotar grande parte das suas práticas contrárias à fé e até hoje as mantêm, razão por que estas igrejas são chamadas pelo livro da Revelação de “Filhas da Grande Meretriz” (Apocalipse 17:5). O capítulo 17 descreve a grande meretriz. O versículo 5 diz expressamente:BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA”.


Quando as Santas Escrituras mencionam Roma como a Grande Prostituta ou Meretriz elas acrescentam ser ela a MÃE das meretrizes e das abominações da terra. Isto significa, sem nenhuma dúvida, que a mãe tem filhas. Quais ou quem são estas filhas? A resposta, embora chocante, não deixa dúvidas e está revelada na própria História.


As igrejas foram se multiplicando, denominações as mais diversas sendo criadas, não se passando um único dia sem que apareçam novas instituições autodenominadas evangélicas, constituindo milhares de denominações diferentes, atualmente. Apesar de não estarem submetidas administrativa ou hierarquicamente à Igreja de Roma, seguem e obedecem, por ignorância ou por interesse, às doutrinas que aquela igreja pecaminosamente modificou do Evangelho Eterno, ensinadas pelas Escrituras.


Não aceitando a adoração ou veneração de Maria e dos santos e das imagens que os representam e de uma ou outra doutrina, como o batismo de crianças, seguem, entretanto, todas as principais heresias que fazem parte dos cânones católico-romanos.


A imortalidade da alma, o inferno eterno, a mudança da Lei de Deus e tantas outras doutrinas patrocinadas pela besta romana são docilmente acatadas e ensinadas por estas igrejas e por isto a Palavra de Deus as cataloga e nomina como as FILHAS da BABILÔNIA-MÃE.


Mas Deus tem multidões de filhos sinceros no seio destas igrejas. É por isto que brevemente se ouvirá um alto clamor, quando Deus, referindo-se à Babilônia mística representada pela igreja de Roma e as que a seguem em seu erro, fará o último e maior apelos a estes filhos sinceros que O servem e adoram, porém sem entendimento: “SÁI DELA POVO MEU, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas” (Apocalipse 18:4).

O Sinal de Deus e a Marca da Besta - Parte V


ROMA, A GRANDE BABILÔNIA

Ao explicar o sentido de suas palavras João não deixa nenhuma dúvida a respeito de qual poder está falando. Ele representa politicamente como um animal, uma besta, este poder. Mas ao representar o mesmo poder de um ângulo religioso ele o representa como uma mulher, na realidade, uma prostituta, símbolo de uma igreja apóstata e idólatra. Ele se refere à última forma de governo do império romano, o governo papal, assentado sobre o poder herdado do império romano.

João afirma: “E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre MUITAS ÁGUAS; com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição. E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres. E a mulher estava vestida de púrpura e escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição; e na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra” (Apocalipse 17:1-5).

Como não poderia deixar de ser a visão assombrou o apóstolo e profeta de Deus. Ele continua: “E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração. E o anjo me disse: Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres” (Apocalipse 17:6 e 7).

Para arrematar esta questão ele ainda afirma: “Aqui há sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada. E são também sete reis (ou formas de governo, do grego basileos): cinco já caíram, e um existe; outro, ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo. E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição” (Apocalipse 17:9-11). Aparentemente o texto parece um enigma insolúvel, MAS DEUS NÃO DEU MISTÉRIOS INDECIFRÁVEIS, AOS SEUS SERVOS, MAS UMA REVELAÇÃO.

Que ele está se referindo a Roma, não há dúvida. A besta romana é o quarto animal da profecia de Daniel 7 e de Apocalipse 13. Na época em que ele escrevia e disse haver sentido e sabedoria, qual era a forma de governo que se assentava no poder em Roma, a besta? A resposta é clara: O império, cujo governante era, na época, o cruel, monstruoso e sanguinário imperador Cláudio César Nero.

Cinco autoridades ou formas de governo já haviam caído em sua época, ele afirmou. Foram os REIS (primeira); os CÔNSULES (segunda); os DITADORES (terceira); os TRIBUNOS (quarta) e os DECÊNVIROS (quinta). Um existe: OS IMPERADORES (sexta). Outro ainda não é vindo, OS PAPAS (sétima). Aqui é que o apóstolo clama pela sabedoria e entendimento dos destinatários da sagrada mensagem. Quando ele afirma que “outro” não é vindo ele continua: “E, quando vier, convém que dure um pouco de tempo. E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição”. (Versos 10 e 11).

Os sete montes que o profeta menciona são pontos turísticos da cidade de Roma, mundialmente famosos e constantes dos compêndios escolares e das agências de turismo no mundo todo: são os montes Aventino, Palatino, Viminal, Quirinal, Esquilino, Capitolino e Ceólio. Estes montes são citados para não restar absolutamente nenhuma dúvida a respeito da cidade a que se referem.

João afirma categoricamente e de maneira direta: “A mulher que viste é a grande cidade que REINA sobre os reis da terra”. (Apocalipse 17:18). Ora, qual a cidade que dominava o mundo e reinava sobre todos os reis da terra quando, por volta do ano 100 da era cristã ele vivia e escreveu esta profecia? A resposta não deixa nenhuma dúvida: ROMA! E para eliminar qualquer resquício de sofisma sobre a besta que subiu do mar, a Palavra de Deus esclarece, tratando do assunto: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas (Verso 15), não haverá nenhuma dúvida que este poder subiu de uma região densamente povoada, ou seja, a Europa, o velho mundo, parte da Ásia e da África.

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