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O SINAL DE DEUS E A MARCA DA BESTA - Parte VII (O Vinho da Sua Prostituição)


- A grande prostituta tinha em sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição; que são essas abominações? As mudanças que pretendeu fazer no Evangelho Eterno de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Grande Deus. Arrogando-se todo o poder no céu e na terra pretendeu assentar-se no trono de Deus, querendo parecer Deus. Eis algumas das abominações que constituem o vinho de sua prostituição:

1. Começo da exaltação de Maria, a quem foi atribuído o título de “Mãe de Deus” no Concílio de Éfeso, em 431; posteriormente reconhecida como co-redentora e concebida sem pecado original;


2. A doutrina do purgatório, estabelecida pelo papa Gregório I, Magno, em 593 e que depois foi proclamada como dogma pelo Concílio de Florença, em 1439, com a finalidade de arrecadar dinheiro com a venda das indulgências;


3. Orações dirigidas a Maria, aos mortos e aos anjos, no ano 600, pelo mesmo papa;


4. Imposição do latim como idioma obrigatório nas celebrações de cultos e orações, no mesmo ano e pelo mesmo papa;


5. Imposição do costume de se beijar os pés dos papas, estabelecido pelo papa Constantino, no ano de 709. O imperador Justiniano II participou desse costume, ajoelhando-se em adoração aos pés do papa;


6. Culto às imagens, à cruz e às relíquias, estabelecido pelo Concílio de Nicéia, em 787, reunido pela imperatriz Irene e presidido pelos legados romanos, sob os auspícios do papa Adriano I;


7. Canonização, pela primeira vez, dos santos mortos, pelo papa João XV; Esse papa (985-996), em 993, realizou a primeira canonização formal. O primeiro santo canonizado foi Santo Ulrico, Bispo de Augsburgo (Baviera).


8. A aceitação e ensino do dogma pagão da imortalidade da alma, origem da diabólica doutrina do inferno eterno, e do purgatório, causa para a implantação das indulgências, canonização dos santos e célula-mater do espiritismo;


9. A instituição da adoração de imagens, a idolatria explícita, arrancando da Lei de Deus o segundo mandamento que proíbe expressamente a feitura de imagens de escultura com o objetivo de prestar-lhes qualquer serviço de culto, veneração ou adoração (Êxodo 20:4 e 5);


10. As mudanças na Lei de Deus, inclusive do dia de guarda estabelecido por Deus, do sábado do sétimo dia para o domingo do primeiro dia da semana;


11. A Infalibilidade papal e da igreja que dirige;


12. O Poder para perdoar pecados e condenar pessoas ao inferno, pela excomunhão;


13. A autoridade e poder de “canonizar” pessoas, tornando-as santas e dignas de receber veneração, com poderes divinos de operar milagres, e de estar em vários lugares ao mesmo tempo;


14. A elevação da “tradição” à mesma autoridade e valor das Sagradas Escrituras;


15. A afirmação de ser o único intermediário entre o homem e Deus, na terra;


16. A celebração da “santa” missa, onde contrariando as Escrituras Jesus é novamente morto todos os dias e a absurda pretensão da eucaristia e da “transubstanciação”, quando pelo poder do sacerdote a hóstia é literalmente transformada no corpo real de Jesus.


Estas são apenas algumas das absurdas pretensões desse poder tirânico, espúrio e satânico, que dominou as consciências, restringiu todas as formas de liberdade e dominou absoluto por mais de doze séculos, unindo o poder civil ao religioso, domínio este que voltará a exercer, no futuro próximo.


Por mais absurda e improvável que possa parecer essa ideia é o que acontecerá, segundo as profecias que não podem mentir. Com o apoio e patrocínio dos Estados Unidos da América e das principais nações do mundo, especialmente as que compõem a União Européia o mundo verá ressurgir os horrores da inquisição.


A reforma protestante do século XVI abalou esse poder e centenas de milhares, mesmo milhões de pessoas abandonaram essa igreja, não abandonando, desafortunadamente, TODAS as formas de heresias e mudanças no Evangelho Eterno promovidas por esse poder bestial.


As igrejas que se formaram a partir da separação continuaram a adotar grande parte das suas práticas contrárias à fé e até hoje as mantêm, razão por que estas igrejas são chamadas pelo livro da Revelação de “Filhas da Grande Meretriz” (Apocalipse 17:5). O capítulo 17 descreve a grande meretriz. O versículo 5 diz expressamente:BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA”.


Quando as Santas Escrituras mencionam Roma como a Grande Prostituta ou Meretriz elas acrescentam ser ela a MÃE das meretrizes e das abominações da terra. Isto significa, sem nenhuma dúvida, que a mãe tem filhas. Quais ou quem são estas filhas? A resposta, embora chocante, não deixa dúvidas e está revelada na própria História.


As igrejas foram se multiplicando, denominações as mais diversas sendo criadas, não se passando um único dia sem que apareçam novas instituições autodenominadas evangélicas, constituindo milhares de denominações diferentes, atualmente. Apesar de não estarem submetidas administrativa ou hierarquicamente à Igreja de Roma, seguem e obedecem, por ignorância ou por interesse, às doutrinas que aquela igreja pecaminosamente modificou do Evangelho Eterno, ensinadas pelas Escrituras.


Não aceitando a adoração ou veneração de Maria e dos santos e das imagens que os representam e de uma ou outra doutrina, como o batismo de crianças, seguem, entretanto, todas as principais heresias que fazem parte dos cânones católico-romanos.


A imortalidade da alma, o inferno eterno, a mudança da Lei de Deus e tantas outras doutrinas patrocinadas pela besta romana são docilmente acatadas e ensinadas por estas igrejas e por isto a Palavra de Deus as cataloga e nomina como as FILHAS da BABILÔNIA-MÃE.


Mas Deus tem multidões de filhos sinceros no seio destas igrejas. É por isto que brevemente se ouvirá um alto clamor, quando Deus, referindo-se à Babilônia mística representada pela igreja de Roma e as que a seguem em seu erro, fará o último e maior apelos a estes filhos sinceros que O servem e adoram, porém sem entendimento: “SÁI DELA POVO MEU, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas” (Apocalipse 18:4).

O Sinal de Deus e a Marca da Besta - Parte VI

>O SÉTIMO É TAMBÉM O OITAVO

Como é possível explicar a afirmação: “E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição?” (Apocalipse 17:11). Esta resposta está na História de Roma e da humanidade nos últimos dois milênios, período abrangido pelas revelações do Apocalipse.

O império romano do ocidente, centralizado em sua capital Roma, ruiu no ano 476 da era cristã. Os dez povos bárbaros que politicamente constituíram o que hoje é a moderna Europa são representados tanto no livro de Daniel como no Apocalipse. O cristianismo tinha deixado sua pureza apostólica e havia se unido ao império caído, desde a época do imperador Constantino, o Grande, que o transformara na religião oficial do império romano. As práticas cristãs se misturaram com as práticas pagãs. A perseguição, o sacrifício e o martírio se mudaram em conforto, honraria e prosperidade. O cristianismo tornou-se uma religião cômoda, popular e próspera, jogando por terra os princípios do Evangelho Eterno, semelhantemente, aliás, à sua condição nos dias atuais.

No ano de 538 o bispo de Roma, apoiado pelo rei dos francos, Clodoveu, foi aclamado o chefe da igreja universal, agora intitulado PAPA, exercendo domínio absoluto por exatos 1.260 anos, chamado de Senhor dos Senhores, Deus na terra, Vigário ou substituto de Jesus Cristo, com o dom da infalibilidade e com poder no Céu e na terra, até mesmo para julgar os anjos, se esse fosse o caso. A Palavra de Deus se refere assim a respeito desse personagem: “O homem do pecado, o filho da perdição; o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus” (II Tessalonicenses 2:3 e 4).

Estabeleceu leis próprias, os cânones catolico-romanos, por meio dos quais poderia condenar ou livrar do inferno a quem assim desejasse, quase sempre em troca de dinheiro. Igualmente, por um decreto seu poderia transformar pessoas, geralmente grandes doadores e membros da aristocracia em “santos”, objetos de adoração, com poder de exercer domínio e obrar milagres, ainda que fosse um notório e cruel pecador, como São Carlos, rei dos francos, historicamente conhecido como Carlos Magno, um soberano sabidamente cruel, tirano, adúltero, mas amigo de Roma, de quem era grande ajudador, aliado e vassalo.

A história dos papas está tinta do sangue dos mártires, os verdadeiros servos de Deus, chamados em sua Palavra de “Santos do Altíssimo”, e de "hereges" por esse poder apóstata e anticristão. Herege era toda e qualquer pessoa que discordasse das doutrinas e determinações papais. O Tribunal do Santo Ofício, conhecido como a "Santa Inquisição", foi criado para combater os que fossem contra os princípios de Roma. Essa instituição forma o quadro mais vergonhoso da história da humanidade, suplantando muitos dos papas que a dirigiram, verdadeiros demônios em forma humana que afligiram o gênero humano, como Nero, Diocleciano e Hitler.

Esse poder - A Besta Romana - foi “ferido de morte” (Apocalipse 13:3) no ano de 1798 por Napoleão Bonaparte, imperador francês, quando enviou 10.000 soldados a Roma, comandados por um seu general chamado Berthier, que destituiu o papa Pio VI que morreu dois anos depois exilado na cidade de Valência, deixando acéfalo o poder político, econômico e religioso que comandava.

Do ano de 538, ano de sua elevação, até ao ano de 1798, ano de sua destituição, cumpriu-se o período revelado na profecia, em que este poder seria ferido de morte em sua sétima cabeça, ou a cabeça papal. O poder que lhe havia sido conferido pelo dragão, a antiga serpente ou Satanás foi exercido por 42 meses, ou 1.260 dias (Apocalipse 13:5; 12:6) ou um tempo, e tempos, e metade de um tempo – três anos e meio ou 1.260 dias – (Apocalipse 12:14 e Daniel 7:25). Na interpretação profética 1 dia equivale a 1 ano, pelo princípio dia-ano ou por cada dia um ano (números 14:34 e Isaías 34:8), havendo o período predito sido cumprido de maneira admirável: exatamente durante 1.260 anos.

Pouco tempo depois Napoleão, julgando de interesse de seu império, resolveu ressuscitar o papado, escolhendo, nomeando e coroando um novo papa, Pio VII, e a sétima cabeça, ferida de morte, teve a sua chaga mortal curada. E a profecia afirma, antevendo a restauração desse poder e seu vertiginoso crescimento: “E toda a terra se maravilhou após a besta” (Apocalipse 13:3).

O poder que havia reinado absoluto sobre reinos e consciências e que fora derrubado até ao pó começou a crescer, novamente, pouco a pouco, até que o ditador italiano Benito Mussolini, no ano de 1929 fez-lhe a concessão do território do Estado do Vaticano e ele se tornou novamente um poder político.

“O Tratado de Latrão, que criou um novo estado, foi assinado pelo ditador fascista Benito Mussolini, então chefe do Governo italiano, e o cardeal Pietro Gasparri, secretário de Estado da Santa Sé. Este Tratado formalizou a existência do Estado do Vaticano (cidade do Vaticano), Estado soberano, neutro e inviolável, sob a autoridade do papa, e os privilégios de extraterritorialidade do palácio de Castelgandolfo e das três basílicas de São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo Extramuros. Por outro lado, a Santa Sé renunciou aos territórios que havia possuído desde a Idade Média e reconheceu Roma como capital da Itália”. (Wikipédia).

Hoje, onde o papa aparece é venerado e mesmo adorado por incontáveis multidões, em qualquer parte do mundo. Reis, estadistas, dignitários e governantes de todo o mundo prestam-lhe homenagens extraordinárias, quase que diariamente, chegando alguns a lhe beijarem as mãos ou ajoelharam-se diante de sua pessoa. Onde quer que dirija, em qualquer país que visita no que chama de “peregrinação apostólica”, incontáveis e fabulosas multidões o acompanham e se reúnem às centenas de milhares e mesmo milhões de pessoas, para lhe prestarem homenagem, submissão, veneração e até mesmo adoração. Essas multidões se assemelham, em verdade, a um “mar” de gente, como indica a profecia.

A mídia mundial é a maior testemunha desse fato incontestável.

O seu poder político foi restaurado. Hoje o Estado do Vaticano mantém relações diplomáticas com quase TODOS os países do mundo. As nações têm seus embaixadores no Vaticano nos mesmos moldes e condições que em qualquer Estado politicamente organizado. Igualmente o Estado do Vaticano, pelo princípio da reciprocidade mantém os seus embaixadores nessas nações, com poderes legais de o representarem POLITICAMENTE. Esses embaixadores papais são pomposamente designados por NÚNCIOS APOSTÓLICOS.

Recentemente a Rússia estabeleceu relações diplomáticas plenas com o Vaticano, o que já havia acontecido com os Estados Unidos e Israel. Todo o mundo se dobra ante o fascínio que a besta romana exerce sobre todos.

Admirável cumprimento da profecia! Realmente, a sétima cabeça, ferida de morte, foi curada e transformou-se na oitava, que vai até o fim, até à destruição pelo esplendor da vinda de Jesus, assim explicada: “E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da Sua boca, e aniquilará pelo esplendor da Sua vinda; A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus permitirá que lhes seja enviada a operação do erro, para que creiam a mentira; Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniquidade (II Tessalonicenses 2:8-12)”.

O Sinal de Deus e a Marca da Besta - Parte V


ROMA, A GRANDE BABILÔNIA

Ao explicar o sentido de suas palavras João não deixa nenhuma dúvida a respeito de qual poder está falando. Ele representa politicamente como um animal, uma besta, este poder. Mas ao representar o mesmo poder de um ângulo religioso ele o representa como uma mulher, na realidade, uma prostituta, símbolo de uma igreja apóstata e idólatra. Ele se refere à última forma de governo do império romano, o governo papal, assentado sobre o poder herdado do império romano.

João afirma: “E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre MUITAS ÁGUAS; com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição. E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres. E a mulher estava vestida de púrpura e escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição; e na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra” (Apocalipse 17:1-5).

Como não poderia deixar de ser a visão assombrou o apóstolo e profeta de Deus. Ele continua: “E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração. E o anjo me disse: Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres” (Apocalipse 17:6 e 7).

Para arrematar esta questão ele ainda afirma: “Aqui há sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada. E são também sete reis (ou formas de governo, do grego basileos): cinco já caíram, e um existe; outro, ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo. E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição” (Apocalipse 17:9-11). Aparentemente o texto parece um enigma insolúvel, MAS DEUS NÃO DEU MISTÉRIOS INDECIFRÁVEIS, AOS SEUS SERVOS, MAS UMA REVELAÇÃO.

Que ele está se referindo a Roma, não há dúvida. A besta romana é o quarto animal da profecia de Daniel 7 e de Apocalipse 13. Na época em que ele escrevia e disse haver sentido e sabedoria, qual era a forma de governo que se assentava no poder em Roma, a besta? A resposta é clara: O império, cujo governante era, na época, o cruel, monstruoso e sanguinário imperador Cláudio César Nero.

Cinco autoridades ou formas de governo já haviam caído em sua época, ele afirmou. Foram os REIS (primeira); os CÔNSULES (segunda); os DITADORES (terceira); os TRIBUNOS (quarta) e os DECÊNVIROS (quinta). Um existe: OS IMPERADORES (sexta). Outro ainda não é vindo, OS PAPAS (sétima). Aqui é que o apóstolo clama pela sabedoria e entendimento dos destinatários da sagrada mensagem. Quando ele afirma que “outro” não é vindo ele continua: “E, quando vier, convém que dure um pouco de tempo. E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição”. (Versos 10 e 11).

Os sete montes que o profeta menciona são pontos turísticos da cidade de Roma, mundialmente famosos e constantes dos compêndios escolares e das agências de turismo no mundo todo: são os montes Aventino, Palatino, Viminal, Quirinal, Esquilino, Capitolino e Ceólio. Estes montes são citados para não restar absolutamente nenhuma dúvida a respeito da cidade a que se referem.

João afirma categoricamente e de maneira direta: “A mulher que viste é a grande cidade que REINA sobre os reis da terra”. (Apocalipse 17:18). Ora, qual a cidade que dominava o mundo e reinava sobre todos os reis da terra quando, por volta do ano 100 da era cristã ele vivia e escreveu esta profecia? A resposta não deixa nenhuma dúvida: ROMA! E para eliminar qualquer resquício de sofisma sobre a besta que subiu do mar, a Palavra de Deus esclarece, tratando do assunto: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas (Verso 15), não haverá nenhuma dúvida que este poder subiu de uma região densamente povoada, ou seja, a Europa, o velho mundo, parte da Ásia e da África.

O SINAL DE DEUS E A MARCA DA BESTA - Primeira parte

O que é o sinal ou selo de Deus e a marca da Besta? Qual o significado da palavra besta? Este talvez seja o principal assunto de que trata o livro da revelação, o apocalipse, relativamente ao futuro próximo, imediato, que irá desencadear as mais profundas alterações nos relacionamentos humanos, cujos alicerces já estão profundamente fincados e que irão assombrar o mundo. Nunca a profecia divina falhou. Acompanhe com espírito crítico nossa explanação e verifique a sua autenticidade e veracidade.

Este é um estudo ainda em desenvolvimento. Na medida em que forem concluídos seus diversos temas serão os mesmos transpostos para esta página. Assim, periodicamente estaremos inserindo todo o contexto, até à sua conclusão. Todas as sugestões, críticas e opiniões serão bem vindas e servirão para alcançarmos o nosso objetivo maior, que está explicitado no item 1. – INTRODUÇÃO, a seguir:

1. INTRODUÇÃO

O objetivo maior deste trabalho é esclarecer publicamente os bastidores e a eclosão da maior crise da história humana e a maior controvérsia de todos os séculos: a clara, completa e perfeita identificação do real e verdadeiro significado desse tema e quais serão as pessoas que serão assinaladas ou com o selo de Deus ou com o sinal da Besta. O último livro da Bíblia Sagrada manifesta de forma impressionante as características daqueles que estarão do lado de Deus ou de Satanás na última grande batalha da história da humanidade.

Incontáveis multidões estarão sendo conduzidas pelo inimigo de Deus e pai da mentira para um combate inglório contra o Senhor dos Exércitos e suas fiéis testemunhas, num caminho sem volta rumo à perdição, a menos que despertem a tempo para as verdades reveladas para o tempo do fim.

Ninguém ficará neutro na última grande crise da humanidade. Somente existirão dois caminhos: o do bem e o do mal; o de Jesus Cristo e o de Satanás. Muitos poderão imaginar-se indiferentes diante da grande crise, mas para estes é oportuna a categórica afirmação do Salvador: “Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha”. (Mateus 12:30).

Não haverá a possibilidade de alguém se posicionar “em cima do muro”, conforme se costuma dizer das pessoas que não se decidem por um lado de qualquer questão. Conforme veremos adiante a neutralidade, neste caso, significa oposição.

Ao longo de cerca de seis milênios da história do homem na terra, desde a sua criação, ficou patenteado aos olhos de todo o universo, de todas as criaturas inteligentes criadas por Deus, os resultados do pecado, da desobediência aos Seus mandamentos sagrados, da transgressão desenfreada testemunhada em nossos dias.

Chegamos ao tempo do fim, predito nas Escrituras. O próprio Criador afirmou, referindo-se à época em que vivemos: “A terra pranteia e se murcha...na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos e quebram a aliança eterna.” (Isaías 24:4 e 5).

Todos os sinais preditos por Jesus que antecederiam sua volta estão cumpridos. Quando Seus discípulos Lhe perguntaram diretamente: “Dize-nos quando serão estas coisas, e que sinal haverá da Tua vinda e do fim do mundo?” (Mateus 24:3), esta foi sua resposta clara, direta e enfática:

“E Jesus, respondendo disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; porque muitos virão em Meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai não vos assusteis, pois é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio das dores....E por se multiplicar a iniqüidade o amor de quase todos esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo. E este Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim. (Mateus 24:4-14).

Alguém poderia apropriadamente dizer: Estas coisas sempre aconteceram. Terremotos, desastres na natureza, pestes, fomes, guerras e outros sinais apontados por Jesus sempre foram comuns na história da humanidade. Mas comparem-se todos os acontecimentos mencionados em todos os séculos da história conhecida com os acontecimentos do último século!

Duas guerras mundiais, incontáveis conflitos regionais, o cancro do terrorismo, o aparecimento de moléstias incuráveis, pandemias, desastres ecológicos provocados pelo aquecimento global e o efeito estufa, a exploração da fé e da credulidade por pessoas e instituições inescrupulosas, que ensinam a prosperidade material e se esquecem de anunciar o reino vindouro de Jesus.

O apóstolo Paulo prenunciou para os nossos dias: “Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto”. (Romanos 8:22).

O mesmo apóstolo previu a extrema corrupção dos últimos dias: “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo a aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes, afasta-te”. (2 Timóteo 3:1-5).

Todos os sinais que antecederiam a volta de Jesus, anunciados na Bíblia, estão cumpridos, com exceção de três: A pregação final do Evangelho Eterno, anunciado por Ele mesmo e por João no livro de Apocalipse, o derramamento das últimas sete pragas e o assinalamento de todas as pessoas que estiverem vivas em todo o mundo. Uns receberão o selo de Deus e outros receberão o sinal da besta.

O SIGNIFICADO DAS PALAVRAS SELO, SINAL E MARCA

As palavras que representam e indicam o prenúncio do fim e de que lado as pessoas estarão no grande conflito final prestes a abater-se sobre a humanidade são sinônimas, praticamente idênticas, diferenciando-se somente na letra.

O Novo Dicionário Aurélio da Língua portuguesa, 3ª. Edição revista e atualizada assim as define, resumidamente:

SELO: sinal, cunho distintivo, marca.

MARCA: Sinal que se faz num objeto para reconhecê-lo.

SINAL: Símbolo, indício, marca.

A palavra SELO, no contexto e na época em que o profeta recebeu as revelações do livro do Apocalipse tinha um significado e conotação diferentes dos que normalmente são conhecidos e entendidos nos dias modernos.

Hoje esta palavra está praticamente adstrita ou resumida ao seu significado filatélico, ou seja, quando se fala nela imediatamente vem à mente a lembrança de correios, cartas, comunicação postal.

Pelo costume e pela legislação hoje em vigor é necessário que se pague pelo envio de uma correspondência e este pagamento se dá através da compra de selos de valores diversos que, depois de utilizados deixam de ter valor, a não ser para colecionadores que se dedicam a este tipo de “hobby”, ou “mania”, como tantos outros hoje em moda.

No passado os governantes, reis e imperadores principalmente, tinham os seus brasões, bandeiras e sinetes, como hoje as nações ainda têm os seus símbolos nacionais. Os sinetes serviam para dar autenticidade a uma lei ou decreto promulgados pela autoridade que os emitia, e eram usados em uma espécie de anel que o seu possuidor como que “carimbava” o documento, depois de o marcar com uma espécie de cera ou tinta, tornando-se o mesmo símbolo de sua validade e autoridade.

Hoje, com o sistema democrático vigente na maior parte do planeta e a limitação do poder de governar, praticamente deixaram de existir estes símbolos do poder. Em seu lugar os governantes e autoridades em qualquer esfera utilizam-se dos carimbos, geralmente artefatos de madeira, metal e borracha, que têm a mesma finalidade que tinham aqueles sinetes.

Em ambos os casos o sinete ou selo, antigamente, ou o carimbo, nos dias atuais deveriam e devem conter, no mínimo três características indispensáveis para a identificação da autoridade responsável por sua aposição:

- O NOME da autoridade que o emitiu ou assinou. Exemplos: Nome – Tibério César; ou Luiz Inácio Lula da Silva.

2º - O CARGO ou função dessa mesma autoridade. Exemplos: Cargo – Imperador; ou Presidente.

- A JURISDIÇÃO ou domínio que esteja sujeita a essa autoridade. Exemplos: Império Romano; ou República Federativa do Brasil.

Assim, ao assinar uma lei ou um documento oficial o mandatário maior dos Estados Unidos da América - hoje - aporia sua assinatura em um papel carimbado com as seguintes características: Barack Hussein Obama - Presidente – Estados Unidos da América.

E o Deus Altíssimo, o Rei do Universo, como assinaria ou "selaria" a Sua Lei? Certamente da seguinte forma: Seu nome? O SENHOR; seu cargo? CRIADOR; a jurisdição do Seu domínio: OS CÉUS, E A TERRA, O MAR E TUDO QUE NELES HÁ.

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